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Promovendo a justiça e a solidaridade no Araguaia

 

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Durante dois dias ocorreram duas reuniões sobre o sistema de manejo de pastagem, uma no PA Dom Pedro e outra no PA Mãe Maria, respectivamente nos municípios de São Félix do Araguaia e Alto Boa Vista (MT).

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Projetos

Apoio, fortalecimento e participação de processos de construção de redes de organizações sócioambientais no Araguaia-Xingu.

Desde o ano 2006, a ANSA desenvolve diversas atividades para resgatar, valorizar e disseminar os saberes tradicionais da medicina popular do Araguaia como forma de contribuir para que todas as pessoas tenham uma saúde digna.

Em 2004, a ANSA começou a estruturar um eixo de trabalho visando apoiar a produção agroecológica de famílias assentadas e o reflorestamento de áreas desmatadas em seus lotes. Complementarmente a essas atividades, são promovidas ações de sensibilização social e educação ambiental bem como processos de formação, organização e conscientização política.

Desde 2000 oferecemos microcréditos àquelas pessoas excluídas do sistema comercial de crédito. Através da formação de grupos de pessoas que se avaliam solidariamente, o projeto apoia a criação de pequenos negócios produtivos para a geração de renda e emprego no Araguaia.

Em meio à fartura da transição do Cerrado para a Amazônia, a região apresenta diversas espécies nativas de frutas e o gosto popular por elas. São sabores únicos como a cagaita, a bacaba e a mangaba. Valorizar o uso das plantas nativas e incentivar o plantio diversificado de frutas estão na base do trabalho da Araguaia Polpas de Frutas.

Áreas de atuação

A região do Araguaia. A nossa realidade

A região do Araguaia é bem delimitada a leste e a oeste por dois grandes rios amazónicos: o Araguaia e o Xingu. Situada no nordeste do estado de Mato Grosso, e nossa região tem o privilégio de testemunhar o encontro entre dois dos biomas mais ricos do mundo: o Cerrado e a Amazônia. Tem ainda em seus limites duas grandes e lendárias terras indígenas e de proteção ambiental: o Parque Indígena do Xingu a oeste e a Ilha do Bananal a leste.

Nos últimos 50 anos, a região vem sofrendo um intenso processo de depredação ambiental fruto da expansão do agronegócio: uma estrutura histórica de concentração da propriedade da terra, acompanhada pelas políticas de incentivo à produção para exportação e pela entrada de capitais transnacionais, vêm provocando a marginalização dos Agricultores Familires e dos Povos Indígenas, assim como a destruição ambiental em grande escala.

SAIBA MAIS

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